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2026: o ano da classe média no crédito imobiliário

04/02/2026 - Crédito Imobiliário

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Chegou a vez da classe média no mercado imobiliário. Famílias com renda mensal entre R$ 8,6 mil e R$ 20 mil vão encontrar um cenário de crédito habitacional mais favorável – resultado de uma combinação de mudanças regulatórias, maior disponibilidade de recursos e a perspectiva de queda nos juros.

Com a injeção potencial de mais de R$ 50 bilhões extras ao longo do ano em recursos subsidiados, ou seja, que vão se somar ao dinheiro que as instituições já tinham programado para o ano, os bancos começaram a pisar no acelerador da concessão de crédito novo.

Desse volume, R$ 38 bilhões já estão disponíveis desde a virada do ano. Esse novo fôlego subsidiado já permitiu às instituições até reduzirem taxas de financiamento imobiliário.

Um levantamento do portal Melhor Taxa feito a pedido do InvestNews mostra que o custo médio das linhas dos quatro maiores bancos do setor caiu entre 0,2 ponto percentual e 0,8 pp na virada do ano. No Itaú, por exemplo, a taxa média desceu de 12,19% para 11,70%; no Santander, de 12,49% para 11,69%.

No caso da Caixa Econômica Federal, líder em captação de poupança, a taxa não caiu, mas o percentual financiado subiu de 70% para até 80% do valor do imóvel.

O dinheiro extra para o setor veio da liberação, pelo Banco Central, no fim do ano passado de uma fatia extra de 5% dos depósitos compulsórios da poupança (explicamos melhor as mudanças do novo modelo de crédito imobiliário mais adiante).

Para a classe média, isso significa que a torneira que secou nos últimos anos volta a abrir. E sem contar com o empurrão do cenário macroeconômico, que tende a ser mais favorável em 2026 do que em 2025. Motivo: o início provável dos cortes da Selic a partir de março, ciclo que pode se estender até 2027.

É aquela história: a queda dos juros afeta diretamente a precificação do crédito. O custo dos empréstimos pode se aproximar de 10% ao ano até o fim de 2026, dependendo do tamanho da redução da Selic, destaca a especialista em crédito imobiliário do Melhor Taxa, Priscilla Basso.

Com esse horizonte mais favorável, tanto em termos de juros quanto de recursos, os bancos já começaram a flexibilizar os critérios de concessão. Isso pode significar tanto um aumento da fatia financiada do imóvel quanto uma ampliação do número de compradores aprovados.

‘Minha Casa, Minha Vida’ da classe média

Na receita do impulso ao crédito imobiliário para a classe média neste ano, existe ainda outro ingrediente. A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Abecip) espera que 2026 seja o ano da decolagem da faixa 4 do “Minha Casa, Minha Vida”.

A nova faixa do programa de moradia popular, lançada em abril de 2025, foi criada para atender justamente a classe média. Pelas regras, a nova categoria beneficia famílias com renda mensal bruta entre R$ 8,6 mil e R$ 12 mil.

A faixa 4 do MCMV permite o financiamento de imóveis de até R$ 500 mil com taxas de juros de 10,5% ao ano e prazo de pagamento de até 420 meses (35 anos).




Fonte: Por Sérgio Tauhata 30 jan. 2026 | 17h28 |

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